Madman de verdade aos palcos volta.

SÃO PAULO – 25-04-2015 – MONSTERS OF ROCK – ARENA ANHEMBI – OZZY OSBOURNE O ex vocalista do Black Sabbath, Ozzy Osbourne foi o encarregado de fechar o primeiro dia do festival Monsters of Rock realizado na Arena Anhembi, zona norte da cidade de São Paulo/SP. Foto: Flavio Hopp

Texto: Joyce Tiago

Foto: Flavio Hopp

Allianz Parque, domingo de mães, 13 de maio. E mais uma comemoração especial para fechar a noite.

Mr. Ozzy Osbourne entrou em cena com sua turnê mundial FAREWELL WORLD TOUR – anunciando sua despedida dos palcos. Trata-se de uma celebração de 5 décadas de trajetória e que vai rolar até 2020. Mas, será mesmo que o Príncipe das Trevas consegue parar? Diz que vai fazer um show aqui, outro lá quando der vontade. Esse é o Ozzy.

A verdade é que ele canta, encanta, faz polichinelo (rs) e arrasta uma multidão de fãs por todos os cantos do mundo. Então, vamos aproveitar.

Casa cheia e muita gente afoita por um dos copos de cerveja do Ozzy com patrocínio da Heineken. No copo está escrito: No more Tours 2. Curioso.

Sem banda de abertura, o show começou por volta das 21h30 com seus parceiros: Zakk Wylde (Guitarra), Blasko (Baixo), Tommy Clufetos (Bateria) e Adam Wakeman (Teclados).

Foi uma noite de clássicos. Mr. Osbourne apareceu com um manto vinho cheio de brilho cantando Bark at the Moon. Logo arrancou a vestimenta e ficou à vontade com sua calça e camiseta pretas seguindo com Mr. Crowley, I don’t know, Fairies Wear Boots e Suicide Solution – butt time; hora de mostrar a bunda pra galera.

Ótima acústica e iluminação. E a festa continuou com Ozzy interagindo com os fãs – pedindo pra responder no 1, 2 e 3, levantando as mãos e correndo de um lado para o outro no estilo Ozzy de ser, com passinhos curtos e mãos de morcego.

Seguiu com No More Tears, Road to Nowhere e War Pigs – ponto auge do show, onde pudemos ouvir a galera gritar ao som dos primeiros acordes.

Durante essa música, Zakk desceu no fosso direito (de frente pro palco) e ficou cara a cara com o pessoal que se aglomerou por perto. Tocou com a alma, com a guitarra nas costas e com a boca, tudo bem ali, no nosso nariz. Sensacional! E depois foi a vez de cada solo: teclado, baixo e bateria.

Eis que chegou a hora do Ozzy jogar seu famoso balde de água no povo, em meio a Shout in the Dark. Aí veio I Don’t Want to Change the World – porque o mundo não pode mudar nada nele – Crazy Train e Mama, I’m Coming Home. E para encerrar, a clássica Paranoid, porque uma vez Madman, sempre! E Madman de verdade aos palcos volta.

Até a próxima Mr. Ozzy.

 

NOTA: Como a produção do Ozzy Osbourne não liberou nenhum fotógrafo brasileiro para fazer a cobertura do evento, deixamos de publicar a tradicional galeria de fotos e usamos uma foto do show anterior em São Paulo (Monsters of Rock/2015).

 

 

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