In Flames: Um show que entrou para história!

In Flames se consagra em São Paulo como um dos grandes expoentes do Death Metal Melódico com abertura da banda carioca Reckoning Hour

Por Marcos Franke

Foto: Renan Facciolo

Reckoning Hour foi a banda nacional que abriu para o In Flames. Banda carioca formada por J.P. (vocais), Philip Leander (guitarra), Haquim (bateria), Yan Marks (baixo) e Mikhail Gritlet (guitarra) fez um bom show e promoveu o debute lançado recentemente chamado Between Death and Courage/2016. Com uma grande performance do vocalista e uma grande sinergia com o guitarrista que faz backing vocals, Philip Leander, o time de músicos demonstrou brutalidade musical com as seis faixas tocadas na noite. Com uma performance intocável da cozinha comandada por Haquim e Yan Marks, a Reckoning Hour se mostrou uma banda muito bem ensaiada, conseguindo agitar e muito o exigente público de São Paulo. Uma grande apresentação do quinteto que se despediu do palco com ‘Between Death and Courage’, música que leva o nome de seu álbum de estréia!

Era a vez da banda que todos esperavam subir no palco – In Flames. A espera valeu cada minuto. Quando o quinteto formado por Bryce Paul (baixo), Joe Rockard (bateria), Björn Gelotte (guitarra), Niclas Engelin (guitarra) e Anders Fridén (vocais) subiu no palco, o Via Marquês veio abaixo. Mas para Anders Fridén, divulgar as músicas de seu mais novo e excelente álbum Battles/2016 não foi o suficiente, declarando o fim da pista de dança com a grandiosa ‘Everything’s Gone’ (Siren Charms/2014) – abrindo uma roda definitiva, que não fechou até o final do show. A formação nova se mostrou certeira com a incrível performances para clássicos como ‘Trigger’ (Reroute to Remain/2003) e a grandiosa ‘Only for the Weak’ (Clayman/2003), recebida em alto bom som pelo público, que a cantou do começo ao fim! Houve também momentos nostálgicos com a lembrança da fase clássica do In Flames com a grande versão para ‘Moonshield’ e ‘Jester’s Dance’ – ambas do álbum The Jester Race/1996 por mim recebida com um susto pela nova roupagem dada a versão mais “elétrica” de ‘Moonshield’ que ficou muito boa. Mas o grande momento da noite ficou para o BIS. Com o público pedindo ‘Cloud Connected’, logo após ‘The Quiet Place’, a banda ficou receosa em tocar uma música não ensaiada – mas Anders Fridén e Björn fizeram questão de trocar uma ideia com os outros músicos e no final o desejo do povo foi atendido! Anders insistiu que era um presente especial para os fãs brasileiros que esperaram pacientemente por oito anos pelo retorno da banda – e que retorno foi este! Um retorno que para muito ficará na história como um dos melhores shows de 2017! Bravo! [MF]

SETLISTS

Reckoning Hour

The Awakening

Misguided

Eye for an Eye

Newborn Generation

Into the Uprising

Between Death and Courage

 

In Flames

Drained (Battles/2016)

Before I Fall (Battles/2016)

Everything’s Gone (Siren Charms/2014)

Take This Life (Come Clarity/2006)

Trigger (Reroute to Remain/2003)

Only for the Weak (Clayman/2000)

Dead Alone (Soundtrack to Your Escape/2004)

Darker Times (Sounds of a Playground Fading/2011)

Drifter (Reroute to Remain/2003)

Moonshield (The Jester Race/1996)

Jester’s Dance (The Jester Race/1996)

Save Me (Battles/2016)

Alias (A Sense of Purpose/2008)

Here Until Forever (Battles/2016)

The Truth (Battles/2016)

Deliver Us (Sounds of a Playground Fading/2011)

Mirror’s Truth (A Sense of Purpose/2008)

-BIS-

Quiet Place (Soundtrack to Your Escape/2004)

Cloud Connected (Reroute to Remain/2003)

The End (Battles/2016)

www.inflames.com

www.facebook.com/reckoninghour

https://www.facebook.com/renanfacciolofotografia/

Setlist Spotify: https://open.spotify.com/user/miojoman/playlist/65JEkULGl3iNGG4yLrnShI

 

 

 

 

 

%d blogueiros gostam disto: